Rodrigo Bora
Pratica Yoga desde 2011 e ensina desde 2016. Licenciado em Música pela UFPR. Graduando e pós-graduando em Psicologia. Estudioso da tradição de Sri T. Krishnamacharya e de seu filho T. K. V. Desikachar.
Ensinar Yoga é dar a mesma coisa para diferentes pessoas, em embalagens diferentes.
O trabalho do professor Rodrigo é embasado na tradição de Sri T. Krishnamacharya e de seu filho T. K. V. Desikachar. A aula integra a prática corporal, a respiratória e momentos de auto-observação, e se desenvolve a partir do corpo daquela pessoa naquele dia.
Quem chega sem nunca ter praticado começa de um lugar, quem volta de uma pausa longa começa de outro, e a turma de uma escola ou empresa pede uma terceira coisa.
A aula ensina postura, respiração e a estrutura da prática, que é o repertório de sempre do Yoga. Nenhum resultado clínico é prometido aqui, e vale desconfiar de quem promete.
Atuo com Yoga de forma personalizada, respeitando o momento e o processo de cada aluno. Rodrigo Bora
De 2008 até hoje
Quinze anos de prática e dez de sala. As formações estão marcadas em caramelo.
Foi por meio da Arte que o professor Rodrigo teve o primeiro contato com o Yoga. É também a formação que abriu as portas para o trabalho com crianças: são dezoito anos ensinando música e musicalização infantil em escolas regulares, para centenas de crianças de 0 a 12 anos.
Foi na relação com o primeiro professor que ele aprendeu as posturas, as respirações, as filosofias e a língua sânscrita, olhou para os próprios relacionamentos e, inclusive, aprendeu a ensinar Yoga.
“Que diferença um professor faz? Na pior das hipóteses, faz toda a diferença.”
Desde então faz um novo retiro de silêncio todos os anos e busca meditar duas horas por dia. Essa prática sempre guiou a trajetória dele no caminho do Yoga.
Começa a ensinar Yoga na UFPR, onde seria professor por sete anos, em aulas regulares e abertas ao público, para centenas de alunos de diferentes idades, experiências, condições e necessidades. Depois passa a ensinar em escolas, associações e academias, e começa a atender de forma particular e online.
Formalização do aprendizado com uma certificação, embasada no Kaivalyadhama Yoga Institute & Research Center, do Swami Kuvalayananda.
A linhagem de Sri T. Krishnamacharya e de seu filho T. K. V. Desikachar. Encontra-se em uma tradição específica e se mantém estudioso dela desde então.
Tendo domínio do olhar oriental sobre a mente, parte em busca da visão ocidental.
Aprofunda-se na abordagem psicológica de Carl Gustav Jung.
Bora é o sobrenome. Bor é o fruto.
Procurando o que o próprio nome queria dizer, o Rodrigo chegou à badari, a jujubeira que atravessa a tradição do Yoga quatro vezes. Bor é como o fruto dela se chama em marata.
Espinho afiado, fruta doce, e floresce em solo árido.
Duas histórias que a badari carrega.
Não tem estúdio, e isso é a escolha.
Dez anos de sala, em instituição, em casa e ao ar livre. Hoje a aula vai até onde o aluno está, em Curitiba, e o resto é online ao vivo.